quarta-feira, 28 de abril de 2010

Educação Ambiental

Deparamo-nos diariamente com os grandes jornais de circulação nacional informando sobre o descobrimento de espécies novas, como também comprovando a extinção de algumas espécies, que são muitas vezes caçadas pelos seres humanos ou que perderam seu habitat devido à ocupação de suas matas e florestas por construções vultosas.
Virou moda falar sobre o meio ambiente, seja para ressaltar sua importância na vida das pessoas, dos bichos, das plantas, seja para avaliar os desastres ambientais ocasionados muitas vezes pelas práticas de exploração descontrolada e insustentável. Algumas palavras caíram no gosto popular como aquecimento global, efeito estufa, “El-Ninõ e La-Ninã”, Tsunami, camada de ozônio, CFC’s (Cloro-Flúor-Carbono) dos aerossóis, coleta seletiva do lixo, reciclagem, entre outras. O que podemos inferir sobre essa vaga (onda) é que as pessoas tem se sensibilizado e familiarizado com as conseqüências desastrosas que nós mesmos causamos. Agora, uma coisa é tomarmos conhecimento de um problema/situação e tentarmos resolve-lo encontrando meios eficientes que assegurem a sustentabilidade do planeta e outra questão distinta é recebermos as informações e ficarmos de “braços-cruzados” esperando que as respostas “caiam do céu”. Desse último, modo entende-se que estamos desprezando a natureza, ou seja, nossa casa.
Buscando salvar o planeta do caos ambiental, seja para as gerações futuras, seja para nós mesmos, políticas de conscientização da população são adotadas para reciclar o lixo, reduzir o consumo, reeducar a utilização da energia elétrica e da água, fiscalizar o tráfico de animais e o desmatamento, entre outros.
As pessoas estão, gradativamente, tomando ciência de que se não cuidarmos do nosso planeta ele irá se acabar. Várias Organizações não-governamentais, como a WWF, o S.O.S Mata Atlântica e o Green Peace ajudam a divulgar na mídia algumas ações desenvolvidas para diminuir e/ou erradicar as catástrofes ambientais, bem como a exploração desenfreada da natureza pelo homem, sensibilizando a população a apoiarem sua (quando na verdade é nossa) causa, para juntos somarem forças e solucionarem os problemas ambientais.
Quando falamos em meio ambiente não podemos esquecer que ele é composto por fauna e flora, ou seja, por animais e plantas consecutivamente. Nossos animais estão sendo extintos, ora porque estão sendo traficados, ora mal-tratados. Com as plantas acontece de maneira semelhante. A exploração sem limites acaba por desfazer o cenário ideal-típico da natureza. Neste contexto aparecem os Zoológicos e os Jardins Botânicos – que são mostruários vivos de uma pequena parte do nosso planeta e que na grande maioria dos casos recebem espécimes que estão ameaçados de extinção e que estavam sendo vendidos ilegalmente ou desprezados pelos seus proprietários, condutores e traficantes.
Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos. A educação ambiental inicia-se com a sensibilização da população com os problemas da natureza.

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